20 de março de 2016 marcou um dia em que a Fórmula 1 nos chocou e, ao mesmo tempo, nos tranquilizou profundamente. Durante o Grande Prêmio da Austrália daquele ano, Fernando Alonso esteve envolvido em um acidente horrível que deixou os espectadores atônitos, mas que, em última análise, destacou os contínuos e notáveis avanços na segurança da F1.
Na volta 17 da corrida, enquanto disputava a 19ª posição ao volante de um McLaren de desempenho inferior, o carro de Alonso fez contato em alta velocidade com o Haas de Esteban Gutiérrez. O impacto arremessou o veículo de Alonso violentamente contra as barreiras e, em seguida, em uma espetacular e aterrorizante série de capotamentos antes de finalmente parar, completamente destruído. Milagrosamente, Alonso emergiu dos destroços andando e relativamente ileso, um testemunho eloqüente da busca incansável do esporte por maior proteção para seus pilotos. Este incidente, embora assustador, serviu como uma prova inegável de que mesmo os acidentes mais aterrorizantes podem sublinhar o progresso notável na segurança automotiva.
