Carlos Sainz, atuando como diretor da Grand Prix Drivers’ Association (GPDA), expressou sérias preocupações sobre as condições atuais das corridas. O catalisador para suas críticas foi um incidente alarmante envolvendo Oliver Bearman durante o Grande Prêmio do Japão. Bearman, que estava significativamente mais rápido que Franco Colapinto, foi forçado a desviar bruscamente antes da Curva Spoon, resultando em uma manobra perigosa. Este evento reacendeu o debate sobre a segurança e os limites do automobilismo moderno. A crítica de Sainz sugere que tais situações, frequentemente causadas por diferenças de velocidade acentuadas ou regras ambíguas, representam riscos inaceitáveis para a integridade física e a segurança dos pilotos.
