A notícia foi oficializada: a aerodinâmica ativa não será utilizada no Grande Prêmio de Mônaco. A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) tomou essa decisão com a segurança como prioridade máxima.
Havia um risco real de os carros se tornarem perigosamente rápidos na saída do túnel, considerando as áreas de escape limitadas. Por isso, foi considerado prudente abrir mão de uma das características-chave dos carros de Fórmula 1 previstos para 2026.
Dessa forma, a corrida no principado será realizada com configurações fixas, impactando diretamente a forma como as equipes abordarão a estratégia e o desempenho no desafiador circuito de rua. A ausência do “modo de reta” em Mônaco pode alterar significativamente a hierarquia das equipes, favorecendo aquelas com maior dependência de performance em curvas e aerodinâmica estável, em vez de ajustes dinâmicos de velocidade em retas.
